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Uberaba, 21 de maio de 2019 -

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Lídia Prata
Wellington Cardoso Ramos FALANDO SÉRIO 15/05/2019

E agora?
Publicado acórdão do Tribunal de Justiça Militar mantendo a absolvição de sargento e soldado uberabenses acusados de liberar caminhão com carga irregular de queijos.

Excluídos
Por conta do episódio ocorrido em 2011, no entroncamento da MG-190 com a BR-262, os dois militares foram excluídos administrativamente.

Muitas falhas
Decisão do TJM relata uma série de falhas ocorridas na investigação em prejuízo dos dois policiais.

Defesa
Na 2ª instância da Justiça Militar em Minas, os PMs absolvidos foram defendidos pelos advogados Luiz Antônio Novais e Sávio de Mendonça, da Aspra.

Retroativo
Os PMs devem ser reintegrados com salários retroativos.

Reversão
Tribunal de Justiça reverteu condenação de uberabense por posse de droga ilícita para consumo pessoal.

Prisão
Acolhendo recurso do promotor Laércio Conceição, a Corte transformou o comparecimento de um mês a programa educativo em três anos e três meses de prisão.

Tráfico
Foram suficientes para que houvesse o entendimento de tráfico pela Corte, 15,33 gramas de cocaína, 8,05 gramas de crack e 9,04 gramas de maconha apreendidos.

Recurso
Pena deverá ser cumprida no regime semiaberto, mas ainda cabe recurso ao condenado.

Muito ágil
Foram necessários dois anos para que o Estado concluísse sindicância aberta para verificar irregularidade em doação de terreno no projeto HidroEx, em Frutal.

Dianteira
Iniciativa tomada somente depois de o Ministério Público ter denunciado o que seria o desvio de milhões de reais investidos pelo próprio Estado na “Cidade das Águas”.

Tramitação
Os crimes vislumbrados pelo MP resultaram em ações que tramitam na Justiça frutalense e na Justiça Federal, em Belo Horizonte, onde um processo aportou no ano passado.

Muitos réus
Ação na esfera federal envolve lavagem de dinheiro e ocultação de bens e tem dez denunciados, incluído ex-deputado.

Ratificação
Muitos dos réus chegaram a ser presos preventivamente e colocados depois em liberdade com a imposição de medidas cautelares.

Em casa
Entre elas está a obrigação de o investigado se recolher à própria casa, diariamente, das 20h às 6h, e, nos fins de semana e feriados das 6h às 20h.

Ética
Médico uberabense confidenciou a paciente suas preocupações com a falta de ética profissional reinante no País.

Comércio
Sem entrar em detalhes, fez duras críticas à indicação e venda de produtos “de saúde” via Internet sem qualquer análise clínica do paciente.

Placebo
Segundo ele, tem muito placebo sendo vendido como solução.

Empurrando
Em algumas farmácias a “empurroterapia” é gritante. São tantos os potinhos de produtos “milagrosos” oferecidos.

Aos montes
São vários os inquéritos já instaurados pela Polícia Federal para investigar a venda irregular para terceiros de casas financiadas pela CEF.

Crime
Dezenas de uberabenses gozaram o benefício do desconto inicial concedido pelo programa Minha Casa Minha Vida e passaram o imóvel para frente.

Reflexão
Cabe aos veículos de comunicação tradicionais “peneirar” o que levam ao ar vindo da Internet. TV Globo errou feio no episódio do goleiro Sidão.

Aprendizado
Caso é de aprendizado para todos.

Como ela
Relembrando Dilma. Temer não é culpado, mas também não é inocente. Está no contexto da decisão de ontem do STJ determinando a libertação do ex-presidente.

Condenação
O mesmo Instituto Brasileiro de Apoio à Modernização Administrativa investigado há anos em Uberaba levou à condenação de ex-prefeita de Carmo do Rio Claro/MG.

Denúncia
O Ministério Público denunciou contrato celebrado em 2010 pela Prefeitura daquela cidade com o Ibrama visando a recuperação de créditos municipais.

Ação
Em 2013, em Uberaba, o promotor José Carlos Fernandes investigou o instituto e ofereceu denúncia à Justiça por improbidade administrativa.

Banheiro
Está valendo lei que obriga a instalação de unidade especial do equipamento para deficientes em eventos públicos ou privados que tenham banheiro químico.

Autoridade
Em Uberaba, um delegado de polícia não pode determinar medida protetiva para vítima de violência doméstica. Mas, em Veríssimo, por exemplo, qualquer policial pode.

Motivo
É o jeitinho brasileiro criado em lei já em vigor, substituindo a figura do juiz ou do delegado onde não houver um ou nenhum deles. Pode lá, mas não pode cá.

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