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Uberaba, 19 de março de 2019 -

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Lídia Prata
Lídia Prata ALTERNATIVA 10/01/2019

Foto/Leitor


Quem pode com o povo? Olha só a foto postada nas redes sociais, ontem, com a legenda: “finalmente começaram a surgir clientes para a Área Azul em Uberaba”

E a solução???
Depois do vídeo postado nas redes sociais do Jornal da Manhã, mostrando idosa acidentada em banco de alvenaria do Calçadão na tarde dessa terça-feira, o presidente da Associação Centro Forte procurou o secretário municipal de Planejamento para pedir uma solução aos problemas constatados pelos lojistas daquele primeiro quarteirão da Artur Machado. Segundo Fábio Lopes, tanto o secretário Nagib Facure quanto o autor do projeto arquitetônico do Calçadão, Daniel Rodrigues, foram receptivos aos apelos por providências. Vale destacar que esta não foi a primeira pessoa a se acidentar naqueles bancos de alvenaria, desde que o Calçadão foi liberado para pedestres. Resta saber se esses bancos perigosos serão mesmo substituídos por outros, mais adequados para o local.

Preço alto
Mais caro do que arrancar esses bancos de cimento certamente será o desembolso com o pagamento de indenizações às vítimas dos acidentes no Calçadão. Uma das pessoas que se machucaram em tombo registrado no dia 10 de dezembro já constituiu advogado para processar o Município. Quer ressarcimento dos danos que teve, inclusive dos dias em que esteve impossibilitada de trabalhar. Pois é.

“Muro de Berlim”
Em que pesem as explicações técnicas em defesa da altura das passagens de pedestres ligando a Praça Rui Barbosa ao Calçadão e dali ao segundo quarteirão da Artur Machado, a falta de sinalização de advertência aos motoristas tem provocado protestos em série. Além da surpresa com o degrau alto na pista, há o sinaleiro em seguida. Resultado: o motorista tem de passar devagar sobre essa passagem elevada e depois ficar parado no semáforo fechado. Se houver outro carro ali, vai acabar parando em cima da faixa de pedestres. É outro problema que desafia solução de imediato.

Voz do comércio
E neste sábado, às 11h, a Associação Centro Forte reúne comerciantes do Calçadão, Tristão de Castro e adjacências para discutirem sobre a cobrança de estacionamento em ruas não comerciais. Um dos principais focos certamente serão as ruas de acesso aos hospitais, tanto de Clínicas quanto das Crianças, que têm gerado grande insatisfação na comunidade.

Primeiro round
Prefeito Paulo Piau acatou o pedido do presidente da Câmara, Ismar Marão, e determinou a suspensão da cobrança das multas aplicadas aos motoristas, segunda-feira (7), na problemática estreia do sistema de estacionamento rotativo em Uberaba. Mas é só das multas do primeiro dia. As outras continuam valendo, assim como a cobrança do estacionamento nas áreas Azul e Vermelha.

Boas perspectivas
Prefeito Paulo Piau passou essa quarta-feira em BH, onde se reuniu com o governador Romeu Zema. Ao final, disse que sentiu firmeza no que ouviu. Voltou satisfeitíssimo de lá. Segundo o prefeito, a postura do Executivo estadual em relação ao Desenvolvimento Econômico está “perfeita”. E olha que esse setor foi um dos grandes entraves enfrentados por Uberaba no governo Pimentel, que fez tudo para dificultar e nada para facilitar a vinda de empresas para o Município. Que venham novos tempos e uma política realmente desenvolvimentista para Minas Gerais.

Como pode?
Leitor acionou a coluna nessa quarta-feira, indignado com o IPTU cobrado da sua casa. Segundo ele, o imóvel conta com mais de 25 anos de construção, em rua de bairro, e, portanto, já está na fase descendente de valorização. Ao consultar o portal da PMU, verificou que o preço do metro quadrado do seu imóvel está mais caro do que o metro quadrado de apartamento de cobertura, localizado em prédio de luxo na cidade. Quer saber os critérios que nortearam esse disparate.

Alô, alô
E as queixas contra o IPTU 2019 não param. Proprietário de um terreno no Jardim Uberaba, “na beira do Rio Uberaba” (como ele diz), não se conforma com o preço cobrado pelo IPTU. Saiu de 150 reais no ano passado para mais de 300 reais este ano. E não há benfeitoria alguma que justifique esse reajuste de 100%, nem no imóvel, nem no bairro onde se localiza. Como explicar essa situação?

Como assim?
Em tempos de contenção de despesas e ordem para enxugamento da folha salarial, a Fundação Municipal de Esporte e Lazer, Funel, acaba de publicar a nomeação de 16 ocupantes de cargos comissionados.

De volta
A propósito, o Porta-Voz de segunda-feira, dia 7, publicou uma série de decretos com nomeações diversas de comissionados. Apareceu até “chefe de fiscalização de iluminação pública” e voltaram os “assessores de apoio” a gabinete, como no caso da Fundação Cultural. Uai! A ordem do prefeito não era para “cortar na carne”? O que foi que mudou?

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