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Uberaba, 26 de março de 2019 -

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Colunas

Lídia Prata
Jorge Nabut JORGE ALBERTO 06/03/2019

UBERABENSES EM PORTUGAL
POR conta do aniversário de Mônica Hial, quem circulava por Caiscais e Lisboa eram Nêga Pável e Vaniana Helou. Estavam em companhia da portuguesa Cristina e do uberabense Henrique Krüger Neto, cujo avô foi personalidade marcante em Uberaba e dá nome à praça dos Correios. Esposa do notável médico, dona Marica Elias Krüger – eles residiam na rua Padre Zeferino –, fez fama como doceira e confeiteira de bolos inigualáveis. Há 25 anos em Portugal, Krüger Neto reside na cidade de Torres Novas, onde se deu bem na odontologia, com a esposa e os filhos André e Stella, que estuda em Liverpool, Inglaterra. 


Mônica Hial na megafesta com Daniel Abreu e os filhos Valentina e Orlando

POLO DE NEGÓCIOS

Bruna Marquezine desfilou no bloco As Poderosas, de Anitta, em Salvador

CLASSIFICADO como o terceiro maior do país, o carnaval de rua de São Paulo superou, este ano, o do Rio de Janeiro. Só perde para o da Bahia, com 615 blocos, e os 580 de Recife. São 556 blocos paulistas, contra 498 do Rio de Janeiro, que vem tendo dificuldade de obter financiamento por causa da violência. São Paulo supera em 75% a edição de 2018, com investimentos superiores a R$550 milhões. As reservas de hotéis e Airbnb cresceram 87% em relação aos dias de feriado. O evento paulista passou a ser visto por grandes marcas e artistas do circuito carnavalesco como experiência obrigatória. Três das maiores redes de vestuário expõem suas marcas, pela primeira vez, nos desfiles carnavalescos paulistas. Preta Gil e Bell Marques estrearam nas ruas paulistanas. Com uma grana dessas, dá para alavancar carnaval de qualquer grande cidade do mundo.


Vera Lúcia e o médico Eurípedes Carvalho, depois do sossego do carnaval

PODER DAS STARTUPS
Ator e modelo Guilherme Araújo usa solares Ray-Ban Round Evolve em Maresias, modelo exclusivo Ótica Moderna Prime

QUE crise que nada! Para elas, só existe o lado A do país e veem seus negócios crescerem dois dígitos por mês. Cinco das startups, as mais bem-sucedidas, recebendo grandes aportes e valem, juntas, R$89 bilhões. Lacunas do mercado, como baixa oferta de crédito e mobilidade urbana, são preenchidas por elas. E a lista dessas empresas denominadas “unicórnios”, companhias que valem mais de R$1 bilhão, deve crescer neste ano. A mídia só vê o lado B do país e se esquece das áreas que estão bombando, levantando o moral da economia. Se a grave crise que assolou o país ainda deixa empresas tradicionais com dificuldade para se recuperarem, cinco das maiores companhias dessa nova economia chamada startups já valem cerca de R$89 bilhões. O foco delas varia entre comida, iFood, maquininhas de pagamento com cartão, cujo valor de mercado já atingiu R$31 bilhões, antivírus para smartphones e tablets, marketing digital e por aí vai. Segundo a Associação Brasileira de Startups, sete novas empresas, todas brasileiras, como as primeiras, já devem receber o título de “unicórnios” em 2019. Só entra nessa dança de privilegiados quem tem muita criatividade.

LUSA, UMA HOMENAGEM
CERTO é que o carnaval nos distancia dos noticiários locais, com amigos em grandes centros, fazendas, praias, viajando para o exterior. Falecimento de Lusa Almeida Andrade pegou todo mundo de surpresa; só ficamos sabendo do ocorrido depois. Aos 90 anos, Lusa trilhou trajetória inigualável. Depois de ter feito história com produção e divulgação do artesanato local, com foco no trabalho à base de barro, ela passou a ser presença constante nos mais diversos acontecimentos da cidade, onde era querida. Deixou vários exemplos, entre eles o de não esmorecer diante do avançar dos anos. 


A cada ano, o luxo desmesurado invade a romântica Veneza, durante o carnaval

TAPETE VOADOR

• Condessa – Ninguém menos que a condessa brasileira radicada em Portugal, Henriqueta Scarpa, deu força a Palmira Drummond na coordenação da festa de Mônica.

• Elegância – Discrição da família de Ana Paula e Silvio de Castro Cunha Júnior chamou atenção na festa de Mônica Hial, marcada pela exuberância de produções.

• Privatizado – Até dois de abril, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, recebe respostas de empresas interessadas no carnaval paulista. Este foi o último carnaval da prefeitura, que abre mão da festa para investidores. Prefeituras têm mesmo de baixar seus encargos sociais.

• Carnaval, 40 – Virado pra lua, cantor Bell Marques emplacou 40 carnavais, faturando o que quer e o que não quer. Poucos ou ninguém como os baianos sabem faturar em cima do talento e do interesse próprio.

• Prefeito fujão – Não dá para entender como a capital mundial do carnaval tem um prefeito, Crivella, que foge da folia, com medo dos batuqueiros e das mulheres peladas. Eita! O Rio não se dá bem com políticos. De Brizola a Crivella, passando até pelo Cacareco, tema de música de Carnaval, os políticos pós-Lacerda, que fez o Aterro do Flamengo, só sacanearam a cidade.

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