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Uberaba, 17 de dezembro de 2018 -

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Cinco passos para vivenciar a paz em família

Viver a paz, em família, é um dos maiores desafios que enfrentamos na vida. Entretanto, são os desafios que nos fazem crescer, nos amadurecem. 

Sabendo que dentro de nossos lares se reúnem pessoas com as mais diversas naturezas, em nome do amor, é preciso aprender a lidar com essas diferenças.

Veja a seguir, então, cinco passos para vivenciar a paz em família:

• Comunicação – Entenda que cada pessoa tem seu modo característico de se comunicar. Uns se sentem amados com abraços, outros com elogios, e outros, mais reservados, não gostam de muita conversa, nem de carícias… eles precisam se sentir observados, e, ao conversar com eles, olhos nos olhos, sempre! Por isso, menos cobranças e críticas, e, em busca da paz familiar, aprenda a “falar a língua” de cada um.

• Perguntas que fortalecem – Ao invés de perguntar aos familiares como foi o dia de um e outro, e só ouvir como resposta um curto “tudo bem!”, “bom!”, ou “nada bem!”, siga o exemplo da ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que todos os dias, ao jantar com a família, instituiu o ritual “Rosa e Espinho”. Cada um, durante o jantar, vai contar qual foi o melhor acontecimento do dia (a rosa) e qual foi o momento mais perturbador (o espinho). Isso faz com que cada familiar perceba que há algo para ser grato (a rosa), e se sinta mais calmo por ter desabafado sobre sua decepção (o espinho). Essa é uma boa maneira de fortalecer a intimidade entre vocês.

• Religiosidade – Uma forma de estreitar os laços familiares é alimentar a religiosidade de cada um. Marquem de ir juntos às reuniões de sua religião, e, ao menos uma vez na semana, combinem de ler, também em família, biografias de líderes espirituais, que, além de muito inspiradoras, abrem campo para conversas construtivas. E, é claro, procurem orar juntos, todas as noites, antes de dormir.

• Fale menos – Com aqueles familiares mais problemáticos, fale menos e escreva mais. Isso mesmo: escreva bilhetes, recados, cartas, e-mails, tanto para elogiar quanto para “puxar orelhas”, quando necessário. E solicite que as respostas sejam também por escrito. Essa estratégia vai evitar muitos “bate-bocas” inúteis e que, dia a dia, desgastam as relações.

• Flexibilidade – Cuidado com a intransigência, com o medo de ser afrontado. Em situações de conflito, com o parceiro ou com um filho, sente-se, de frente a ele, olhe no fundo de seus olhos, e com carinho, pergunte: “Se você fosse eu, como agiria neste caso?”. Observe que, ao se mostrar receptivo à mudança, seu familiar vai se acalmar, e dará uma resposta que o ajudará a entender quais os ajustes necessários para que vocês se tornem uma família mais unida e feliz! 

(*) Life coach, psicoterapeuta, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento, apresentadora de programas em TV e rádio, e ministra palestras e cursos transformacionais no Brasil e nos Estados Unidos
Contato: 
eliana@elianabarbosa.com.br

 

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