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POLÍTICA

Setor sucroenergético deve investir na integração da produção com a indústria

A integração entre o setor produtivo e a indústria é um caminho para sair da crise e um estímulo para o desenvolvimento

- Por Marconi Lima Última atualização: 23/06/2018 - 22:30:35.

A integração entre o setor produtivo e a indústria é um caminho para sair da crise e um estímulo para o desenvolvimento econômico. Esse foi o pensamento dominante entre os convidados da audiência pública da Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na quarta-feira (20). A reunião destinou-se a debater a situação econômica do setor sucroenergético no Estado.

A integração entre os produtores de cana-de-açúcar e a indústria, no planejamento e execução do evento, se deu por meio da Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Campo Florido (Canacampo) e da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig).

O presidente da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Ferreira Campos, defendeu a aliança entre a agricultura alimentar e a agricultura energética. E destacou a importância do setor na geração de empregos, responsável por mais de 160 mil postos de trabalho no Estado, 65% concentrados na região do Triângulo.

Segundo Mário, Minas Gerais é o terceiro maior produtor de cana do Brasil e o segundo produtor de açúcar, mas já ocupou o segundo lugar como produtor de etanol e hoje caiu para a terceira colocação. “O desafio é tornar o Estado cada vez mais atrativo”, disse.

Mário Ferreira Campos lembrou que em 2015 o Brasil assinou o acordo climático mundial, comprometendo-se a reduzir emissão de gases e que o Renovabio, aprovado em 2016, favorecerá as indústrias do setor por meio da concessão de um certificado de descarbonização, entregue a cada produtor segundo a sua eficiência e desempenho. “O biocombustível é uma forma de energia solar – ecológica, eficiente e segura”, disse.

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