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Uberaba, 24 de fevereiro de 2019 -

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POLÍTICA

Sem fixar data, Zema promete boas notícias aos servidores

Em cerimônia de transmissão de comando da PM, o governador Romeu Zema se manifestou sobre os problemas para regularizar o pagamento do funcionalismo

18/01/2019 - 00:00:00. - Por Gisele Barcelos Última atualização: 18/01/2019 - 08:09:08.

Edésio Ferreira/EM/D.A Press


Governador Romeu Zema participou ontem da solenidade de posse do comando da Polícia Militar, quando falou sobre o assunto

Em cerimônia de transmissão de comando da Polícia Militar ontem, o governador Romeu Zema (Novo) se manifestou sobre os problemas para regularizar o pagamento do funcionalismo estadual e prometeu trazer boas notícias em breve para a categoria. 

Respondendo aos protestos pelo atraso do pagamento do 13º salário e parcelamento da remuneração, o governador disse que fará “o possível e o impossível” para “honrar tudo aquilo que o Estado” deve aos servidores. “Quero deixar muito claro que tenho especial noção da apreensão de vocês com relação aos pagamentos. A atual situação do Estado não nos tem permitido fazer diferente”, afirmou em discurso aos militares.

O governador ressaltou que está completando a primeira quinzena de mandato e o levantamento das contas de governo ainda está sendo concluído, mas afirmou que o resultado será apresentado à população. “Hoje completo 15 dias de mandato, estamos concluindo todos os levantamentos necessários financeiros e contábeis. Vamos ter condições de mostrar com total transparência a todos a situação do Estado e propor o que for melhor para todos. Dentro do possível quero honrar tudo aquilo que o Estado deve para vocês”, disse.

Empossado, o novo comandante-geral da corporação, coronel Giovanne Gomes da Silva, adotou um discurso duro com relação à interrupção do serviço militar por protestos. “Não é dado o direito de greve ou paralisações, sob pena de ser instalado o caos social”, disse no discurso. No entanto, em conversa com a imprensa, Silva destacou que a PM respeitará paralisações e greves dos demais segmentos da sociedade dentro da legalidade. “Se esse limite for rompido, a Polícia Militar vai exercer seu direito de polícia dentro de um protocolo internacional já consolidado”, argumentou.

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