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Fake news fez lutadora que bateu em ladrão temer prisão

A lutadora brasileira do UFC Polyana Viana virou assunto nesta semana por ter reagido a uma tentativa de assalto e imobilizado o assaltante

11/01/2019 - 00:00:00. - Por Folhapress Última atualização: 11/01/2019 - 08:31:32.

Reprodução/Internet


Polyana Viana, lutadora brasileira do UFC, foi vítima de fake news

A lutadora brasileira do UFC Polyana Viana virou assunto nesta semana por ter reagido a uma tentativa de assalto e imobilizado o assaltante no Rio de Janeiro. Porém, após o episódio, ela levou um grande susto ao se deparar com a notícia de que um promotor de Justiça teria pedido a sua prisão por supostamente ter praticado crime de lesão corporal e "excesso de legítima defesa". 

O texto viralizou nas redes sociais e atingiu quase 20 mil compartilhamentos no Facebook. A mensagem dizia que um promotor identificado como Jean Carlos Rosário afirmou que a lutadora teria cometido um crime e poderia pegar de dois a oito anos de prisão.

A notícia falsa contra Polyana trouxe uma série de problemas. A lutadora foi avisada por uma amiga na segunda-feira à noite. A atleta acreditou que pudesse ser verdade e passou uma noite sem dormir com medo de ser presa. Para piorar, o boato chegou até sua família que mora no Pará. A mãe, Marli, e a irmã Ana Paula tiveram uma crise de desespero e chegaram a passar mal. Demoraram dois dias até que tudo fosse esclarecido.

"Eu me assustei na hora. Mandei para o meu professor, empresário e um monte de gente para ajudar e ver se tinha algo no meu nome. Pensei que devia ter chegado alguma notificação na minha caixa de correio. Passei quase a noite toda acordada. Demorei muito para dormir e acordei muito cedo com medo. Pensei que realmente seria presa".

"De manhã mandei um áudio para minha mãe não ficar preocupada. Mas ela não viu e soube da notícia. Quando tentou falar comigo, eu estava treinando e não atendi. Ela achou que eu tinha sido presa. Minha irmã me ligou 20 vezes. Elas ficaram desesperadas e passaram mal. Fiquei muito preocupada, mesmo agindo em legítima defesa", disse ela que só ficou mais tranquila na tarde desta quarta-feira quando um jornalista a ajudou a averiguar a informação.

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