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Gustavo Hoffay - 21/05/2018

Anjos e Maculados

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Temos assistido pela imprensa as ações realizadas por agentes policiais civis e militares em todo o Brasil, contra a prática da pedofilia e que, cada vez mais, ganha destaque na grande imprensa pelo seu potencial ofensivo. Pior, sabe-se que a tara por esse tipo de delito está presente em todas as camadas e segmentos sociais, incluindo-se aí, pessoas até então acima de qualquer suspeita.

Pessoas que possuem um vasto “arsenal” de todo o tipo de mídia, contendo imagens de crianças sendo sexualmente abusadas, em lugares públicos ou privados, individualmente ou em grupos, por homens e/ou mulheres, doutores ou profissionais liberais, servidores públicos ou não, brancos, negros e mestiços e que passam-nos uma clara ideia do quanto parte da sociedade em que estamos inseridos encontra-se mentalmente doente, “descombussolada”, sem norte ou dignos objetivos de vida. Pode-se imaginar, evidentemente, que as vítimas desses criminosos consintam essa sua humilhação e defloração públicas mediante o recebimento de tentadoras ofertas em dinheiro.

Mas havemos de convir que só há consentimento se há liberdade de escolha, e essa pretensa liberdade advém de jovens inocentes e socialmente mal instruídos ou mesmo incentivados para essa prática, a partir dos seus próprios pais, como já foi divulgado pela imprensa por meio de reportagens especiais a esse respeito e tendo por cenário de fundo algumas das principais rodovias federais. E o absurdo de tudo isso, é que sequer à polícia algumas daquelas crianças podem apelar, em caso de ainda mais violência por elas sofridas e originadas de homens ou mulheres abusadores, visto que mesmo alguns policiais também pagam pelo aluguel de seus corpos.

É muito interessante observar, que todo esse repugnante e criminoso universo da pornografia infantil é, sim, fomentado pela própria Constituição Federal, que assegura a produção e o comércio de material pornográfico, mediante a prática de uma democracia altamente permissiva e que parece não levar em conta a formação moral de futuros cidadãos, teoricamente educados por uma estrutura familiar e educacional para cumprirem e respeitarem as leis deste seu país. E o que nós, cidadãos, podemos fazer contra a pornografia? Nada, pois ela é legal e continuará a ser usada para incentivar e facilitar o abuso e a humilhação, também e por tabela, de milhares de jovens imberbes em todo o Brasil.

Se a prática sexual infantil fosse inofensiva, não seria errado afirmar que milhares de crianças vítimas de abuso sexual são as culpadas pela onda de pornografia no Brasil e pelo erotismo latente naqueles que delas abusam. Francamente... Está claro que crianças vêm sendo cada vez mais usadas como objetos inocentes da cobiça transviada e doentia de adultos. Ou será que já existe neste país do “vale tudo” a pornografia inofensiva?

Gustavo Hoffay
Agente social




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