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Mrio Salvador - 17/04/2018

Dedicao plena vida

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Até um médico iniciar a carreira como especialista, ele passa por muitos anos de aulas na graduação, estudos, provas, atendimentos, plantões e residência médica... E apesar de ele nem sempre ser o vencedor no desigual combate ao sofrimento, dor e morte de pacientes, sua dedicação para salvar a vida é reconhecida por muitos pacientes e por suas famílias, que por vezes dão notoriedade a esse agradecimento, publicando-o na mídia impressa. Entretanto, outras vezes, mesmo que o médico atenda a situações difíceis com êxito, há quem não reconheça seu empenho.

Um rapaz teve um mal-estar súbito em casa e, uma vez no hospital, foi encaminhado para o centro cirúrgico. Um médico especialista foi chamado, por telefone, a comparecer com urgência ao hospital. Porém, percebendo o momento delicado por que esse médico passava, a telefonista disse-lhe que entraria em contato com outro especialista da mesma área. Para surpresa dela, esse médico se mostrou decidido a fazer, ele mesmo, o atendimento.

Apesar de uma enfermeira tentar tranquilizar o pai do rapaz internado, informando que o médico estava a caminho, esse homem andava pelo corredor do hospital gesticulando e protestando pela demora em dar início à cirurgia.

O médico, apesar da pressa, ao passar pelo corredor foi abordado pelo pai, que não mediu as palavras ao se dirigir àquele que poderia salvar a vida do seu filho. Com semblante impávido, o doutor disse, entrando no centro cirúrgico: “Deixe-me cuidar de seu filho”.

Horas depois, uma vez realizada a cirurgia, o médico já ia deixando o hospital quando foi novamente procurado pelo pai, ainda tenso. “E o meu filho?”. O médico o acalmou: “Agora ele está bem. Uma enfermeira falará com o senhor”. Embora o pai se mostrasse irritado com aquela pressa e falta de respeito do cirurgião, este pediu licença ao homem, ligou o carro e se foi...

De volta ao hospital, o homem foi procurado pela enfermeira: “Seu filho está bem. O doutor realizou excelente trabalho com uma ótima equipe. Em breve seu filho estará no quarto conversando com o senhor”.

A enfermeira já ia seguindo seu caminho, mas de repente parou. E se voltou para dizer mais alguma coisa ao homem, que agora parecia mais confiante: “Preciso lhe dizer algo. O médico que atendeu seu filho estava velando o filho dele, que morreu num acidente. O doutor deixou o velório, salvou seu filho e agora voltou para sepultar o filho dele. É isso”.

Médicos são humanos. Como nós, convivem com problemas, dificuldades, sofrimento e dor. Mesmo assim se desdobram para cuidar da saúde nossa e de nossa família. A eles, devemos expressar gratidão. Essa é a palavra de ordem. E devemos orar para que Deus esteja sempre com eles.




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