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Gergia Santos - 20/03/2017

Meninas evitam segunda dose da vacina contra HPV na rede

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Foto/Reprodução


Em Uberaba, foram aplicadas 443 vacinas da 1ª dose e 256 da 2ª entre janeiro e a 1ª quinzena de março

Secretaria Municipal da Saúde divulga número de vacinação contra o HPV. Conforme os dados, a quantidade de aplicações da primeira dose da vacina no ano é maior do que a da segunda dose, o que gera uma preocupação sobre a imunização completa. A recomendação do Ministério da Saúde, para garantir cobertura adequada contra o vírus, é seguir o esquema vacinal do HPV completo, composto por duas doses.

O Ministério da Saúde informou que 92,4% das meninas tomaram a primeira dose e 55% a segunda. Quanto aos municípios, 2.403 (43%) têm cobertura baixa, com 50% a 80% das meninas com o esquema completo; e 2.906 (52%) com a cobertura muito baixa e até 50% de meninas com a vacinação completa.

Em Uberaba, segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal da Saúde, em 2014, quando começou a vacinação, 9.203 meninas tomaram a primeira dose, e apenas 3.404 a segunda dose. Em 2015, os números começaram a melhorar, foram aplicadas 4.435 vacinas da primeira dose e 3.469 da segunda dose. Já no ano passado foram aplicadas 1.434 da primeira dose e 1.249 da segunda dose. Em 2017, até o momento, foram aplicadas 443 vacinas da primeira dose e 256 da segunda.

Diante dos números locais, o diretor de Vigilância Epidemiológica, Robert Boaventura, revela que houve melhora na vacinação em Uberaba. “Tempos atrás existia o preconceito de que se fosse aplicada a vacina estimularia a vida sexual, por isso muitos pais não autorizaram a vacinação. Além disso, em alguns casos, houve reações e isso fez com que os pais temessem a vacina. Agora percebemos que essa realidade vem mudando, pois é pequena a diferença de meninas que tomaram a primeira e a segunda dose”, explica.

Robert revela que vacinação atinge a faixa etária de 9 a 14 anos, e a segunda dose deve ser aplicada seis meses depois da primeira. Não é possível antecipar a aplicação, mas depois de passado esse período em qualquer momento a vacina pode ser aplicada. “Nunca tivemos falta de doses, a vacina está sempre disponível nas unidades e já faz parte do calendário nacional de vacinação”, diz.

Vale ressaltar também que a quantidade de vacinações caiu com o decorrer dos anos, o que é natural. Sobre essa questão, Robert explica que é normal que haja mesmo a queda. “Em 2014, quando estávamos começando a imunização, houve um número maior, pois meninas de várias idades estavam vacinando. Foi a primeira vez que a vacina estava disponibilizada. Agora, aquelas que têm 13 anos, por exemplo, apesar de estarem na faixa etária, não vão se vacinar, porque já tomaram a dose antes, no início da campanha”, explica.






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