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CIDADE

Estudantes programam manifestação na porta da Universidade de Uberaba

Marcado para o próximo dia 27, às 17h30, o protesto se concentrará em frente dos abrigos de ônibus instalados no passeio do campus

- Por Joyce Rodrigues Última atualização: 16/04/2011 - 00:43:35.

Alunos organizam mobilização por mudanças no trânsito em frente da Universidade de Uberaba (Uniube). Marcado para o próximo dia 27, às 17h30, o protesto se concentrará em frente dos abrigos de ônibus instalados no passeio do campus, situado na avenida Nenê Sabino.

Segundo o presidente do Diretório Acadêmico Leopoldino de Oliveira (Dalo) do curso de Direito, Franco Cartafina, o objetivo da parada é impactar a sociedade e autoridades públicas sobre a necessidade de mudança imediata no trecho que compreende a rotatória na região.

Franco esclareceu que depois de várias solicitações, alunos se uniram e colheram milhares de assinaturas para garantir que o pedido fosse encarado de forma definitiva.

Contando com o apoio de professores, o vice-presidente do Dalo, Vitor Oliveira Silva, reforçou que a iniciativa pretende respaldar a segurança e tranquilidade não somente de quem estuda no local, mas das pessoas que residem e trabalham nas adjacências. Partindo desse principio, o grupo aspirar chamar atenção para o quesito acessibilidade. “Muitos alunos apresentam alguma deficiência, aqueles que têm déficit visual, por exemplo, precisam de um tempo a mais para atravessar a via, mas a atual sinalização montada nas proximidades da instituição não atende essa realidade”, finalizou o vice-presidente.

Após saber da programação dos alunos, o secretário municipal de Planejamento Karim Abud Mauad, absteve a pasta de responsabilidades. De acordo com Karim, mudanças possíveis até o momento já foram realizadas, e, para avançar com outras medidas, a equipe da Seplan depende da participação da reitoria da universidade.

Conforme exemplificou o secretário, quem gera o problema é obrigado a resolvê-lo, por conta disso a instituição deve analisar estudo de impacto de vizinhança. Orientação do secretário Karim é de que os idealizadores do protesto pressionem a reitoria da universidade, que vem adiando reuniões para discutir o tema.

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