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CIDADE

Fórum de Trabalhadores realiza roda de conversa sobre a Declaração dos Direitos Humanos

O debate começa às 19h, na sede do Sinpro Minas, rua Alfen Paixão, nº 105

10/12/2018 - 07:31:09. - Por Geórgia Santos

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Segundo Marcos Mariano, estão ocorrendo muitas ofensivas contra a liberdade e os diretos humanos

Fórum dos Trabalhadores de Uberaba (FTU) realiza roda de conversa sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos. No dia em que a declaração completa 70 anos, ou seja, nesta segunda-feira (10), o debate começa às 19h, na sede do Sinpro Minas, rua Alfen Paixão, nº 105. Além da conversa, serão definidas algumas reivindicações, como a efetivação do Conselho Municipal dos Diretos Humanos, que já foi aprovado em lei.

Há 70 anos, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos como um padrão comum de direitos humanos para todas e todos, em todos os lugares. Entretanto, de acordo com Marcos Mariano, integrante do Fórum dos Trabalhadores de Uberaba, nos últimos tempos estão ocorrendo muitas ofensivas contra a liberdade e os diretos humanos. No sentido de debater o assunto, será promovida essa Roda de Conversa, aberta ao público.

“A sociedade está precisando discutir as questões dos diretos humanos, dos direitos à vida, dos trabalhadores, as liberdades. Este, sem dúvida, é o momento ideal para o debate. A desinformação relacionada ao mundo da tecnologia invade os direitos humanos e gera muitos problemas”, diz.

A partir do debate, demandas serão definidas pelo grupo, divididas em três pontos. Primeiro, o fortalecimento institucional das comissões de direitos humanos; segundo, uma reivindicação ao município para efetivação do Conselho Municipal dos Direitos Humanos que foi aprovado em lei; e o terceiro ponto é a elaboração de uma agenda de atividades e reuniões que favoreça à construção e debate sobre o tema.

Ainda durante o evento, será realizada homenagem ao Centenário Natalício de Monsenhor Juvenal Arduini, que “com certeza se estivesse vivo ainda estaria na militância dos direitos humanos”, afirma Marcos.

 

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