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Uberaba, 20 de março de 2019 -

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Profissionais que trabalham em Brumadinho receberão tratamento por 20 anos

Medida será voltada aos profissionais do Corpo de Bombeiros, Força Nacional de Segurança, Defesa Civil, Ibama e demais profissionais que atuam na área do desastre

19/02/2019 - 09:11:05. Última atualização: 19/02/2019 - 09:15:22.

Foto/Sidney Lopes/EM

Otávio Rêgo Barros, porta-voz do governo federal, informou que o Ministério da Saúde vai acompanhar a saúde de mil profissionais que trabalharam no resgate de vítimas do rompimento da barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho, pelos próximos vinte anos. Segundo ele, a medida será voltada aos profissionais do Corpo de Bombeiros, Força Nacional de Segurança, Defesa Civil, Ibama e demais profissionais que atuam na área do desastre. A ação ainda contará com a colaboração de pesquisadores de instituições como a Fiocruz, instituto Evandro Chagas, universidades federais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro além da organização Médicos Sem Fronteiras. Leia mais sobre o assunto aqui

Ainda em seu pronunciamento ontem (18), Rêgo Barros confirmou a determinação do governo em extinguir ou remodelar as barragens a montante, semelhantes à de Brumadinho, até 2023. Já as barragens do tipo alteamento a montante que estão desativadas deverão ser eliminadas até o dia 15 de agosto de 2021; as que ainda permanecem em funcionamento têm até 2023 também para serem encerradas. A determinação é da Agência Nacional de Mineração (ANM) e foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda.

Atualmente há 84 barragens desse tipo no Brasil, das quais 43 receberam classificação de alto dano potencial – aquelas quando o rompimento ou mau funcionamento acarreta perda de vidas humanas e danos sociais, econômicos e ambienta.

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